Desconto Relâmpago de 50% na Inscrição!
Participe do encontro de fim de ano das secretárias que atuam na área jurídica!
Entre em contato comigo através do email: michelle.oliveira@ibcbrasil.com.br e ganhe 50% de desconto na inscrição! Mas corra porque esta promoção só é válida até amanhã, 27 de novembro de 2009.
Aguardo seu retorno!
Atenciosamente,
Michelle Oliveira.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Pesquisa revela que mulheres sofrem mais de esgotamento profissional do que homens
29 de outubro de 2009
Pessoas que têm uma religião têm índices menores de sofrimento
Pesquisa realizada pela Apoema Inteligência em Pessoas revelou que mulheres entre 30 e 35 anos sofrem cerca de 5% mais com esgotamento profissional do que os homens na mesma faixa etária.
"As mulheres são mais cobradas do que os homens que ocupam a mesma função. Além disso, elas possuem, muitas vezes, jornada dupla e até tripla de trabalho, pois são executivas, mães e esposas", explica Marcos Tonin, diretor de Projetos Especiais da Apoema. Ele lembra também que o homem mostra mais agressividade na hora de conquistar um cargo, enquanto a mulher é mais estratégica, o que pode levá-la a um maior nível de estresse.
A pesquisa constatou ainda que as pessoas que praticam esporte ou possuem uma religião têm índices até 87% menores de esgotamento e sofrimento mental. "Essas pessoas acreditam que, mesmo nas adversidades, ainda possuem 'alguém ou algo' para se apoiarem, e mostram maior grau de resiliência", finaliza.
Pessoas que têm uma religião têm índices menores de sofrimento
Pesquisa realizada pela Apoema Inteligência em Pessoas revelou que mulheres entre 30 e 35 anos sofrem cerca de 5% mais com esgotamento profissional do que os homens na mesma faixa etária.
"As mulheres são mais cobradas do que os homens que ocupam a mesma função. Além disso, elas possuem, muitas vezes, jornada dupla e até tripla de trabalho, pois são executivas, mães e esposas", explica Marcos Tonin, diretor de Projetos Especiais da Apoema. Ele lembra também que o homem mostra mais agressividade na hora de conquistar um cargo, enquanto a mulher é mais estratégica, o que pode levá-la a um maior nível de estresse.
A pesquisa constatou ainda que as pessoas que praticam esporte ou possuem uma religião têm índices até 87% menores de esgotamento e sofrimento mental. "Essas pessoas acreditam que, mesmo nas adversidades, ainda possuem 'alguém ou algo' para se apoiarem, e mostram maior grau de resiliência", finaliza.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Está Chegando a Hora!
Participe do Encontro de Fim de Ano das Secretárias que atuam na área jurídica no dia 04 de dezembro de 2009 e prepare-se para começar 2010 cheia de novas perspectivas!
Nós, mulheres executivas, sabemos que o mercado de trabalho exige cada vez mais capacitação e qualificação de nossas atividades. Como acompanhar esta evolução e abrir caminho ao sucesso?
Preparamos este encontro de fim de ano especialmente para você, que atua na área jurídica e constantemente se depara com situações peculiares, como o conhecimento de termos jurídicos específicos, técnicas para desenvolver uma excelente redação jurídica e a administração da agenda dos advogados da equipe. Aqui, você conhecerá como executivas de sucesso lidam com estes desafios com muito jogo de cintura, vencem barreiras e conquistam a confiança dos chefes.
Confira os Palestrantes:
Presidente do Comitê de Secretárias Executivas da AMCHAM – BH e Secretária Executiva do FIR CAPITAL PARTNERS – Ganhadora do prêmio melhor secretária executiva do Brasil 2009!
Docente da área de prática jurídica da FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS – DIREITO
Secretária Executiva Jurídica do GARCIA & KEENER ADVOGADOS
Secretária Executiva Jurídica do LEFOSSE ADVOGADOS em cooperação com LINKLATERS
Responsável por Relações Institucionais do NUNES, SAWAYA, NUSMAN & THEVENARD ADVOGADOS
Advogada da PANASONIC DO BRASIL
Gerente de Tecnologia da Informação da UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
Muito obrigada e aguardo seu contato!
Atenciosamente,
Michelle Oliveira
Gerente de Projetos
Michelle.oliveira@ibcbrasil.com.br
Nós, mulheres executivas, sabemos que o mercado de trabalho exige cada vez mais capacitação e qualificação de nossas atividades. Como acompanhar esta evolução e abrir caminho ao sucesso?
Preparamos este encontro de fim de ano especialmente para você, que atua na área jurídica e constantemente se depara com situações peculiares, como o conhecimento de termos jurídicos específicos, técnicas para desenvolver uma excelente redação jurídica e a administração da agenda dos advogados da equipe. Aqui, você conhecerá como executivas de sucesso lidam com estes desafios com muito jogo de cintura, vencem barreiras e conquistam a confiança dos chefes.
Confira os Palestrantes:
Presidente do Comitê de Secretárias Executivas da AMCHAM – BH e Secretária Executiva do FIR CAPITAL PARTNERS – Ganhadora do prêmio melhor secretária executiva do Brasil 2009!
Docente da área de prática jurídica da FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS – DIREITO
Secretária Executiva Jurídica do GARCIA & KEENER ADVOGADOS
Secretária Executiva Jurídica do LEFOSSE ADVOGADOS em cooperação com LINKLATERS
Responsável por Relações Institucionais do NUNES, SAWAYA, NUSMAN & THEVENARD ADVOGADOS
Advogada da PANASONIC DO BRASIL
Gerente de Tecnologia da Informação da UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
Muito obrigada e aguardo seu contato!
Atenciosamente,
Michelle Oliveira
Gerente de Projetos
Michelle.oliveira@ibcbrasil.com.br
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Encontro de Secretárias Jurídicas
Este encontro de fim de ano trará discussões sobre como aprimorar conhecimentos em terminologias e expressões jurídicas e ferramentas para otimizar o tempo.
Confira como executivas com experiência consolidada venceram barreiras e alcançaram o sucesso, e a palestra especial sobre a arte feminina do jogo de cintura.
Empresas Palestrantes: AMCHAM - BH, FGV - Direito, FIR Capital Partners, Garcia & Keener Advogados, Lefosse Advogados, Nunes, Sawaya, Nusman & Thevenard Advogados, Panasonic do Brasil, Universidade Presbiteriana Mackenzie
Quando: 4 de dezembro de 2009
Onde: Hotel Mercure Paulista - São Paulo - SP
Para mais informações, contate-nos através do e-mail michelle.oliveira@ibcbrasil.com.br
Confira como executivas com experiência consolidada venceram barreiras e alcançaram o sucesso, e a palestra especial sobre a arte feminina do jogo de cintura.
Empresas Palestrantes: AMCHAM - BH, FGV - Direito, FIR Capital Partners, Garcia & Keener Advogados, Lefosse Advogados, Nunes, Sawaya, Nusman & Thevenard Advogados, Panasonic do Brasil, Universidade Presbiteriana Mackenzie
Quando: 4 de dezembro de 2009
Onde: Hotel Mercure Paulista - São Paulo - SP
Para mais informações, contate-nos através do e-mail michelle.oliveira@ibcbrasil.com.br
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Parabéns!
A equipe da IBC Brasil deseja muito sucesso profissional a todas as secretárias executivas do Brasil!
É um prazer poder participar deste dia tão especial com mulheres que conseguem com sucesso equilibrar a vida pessoal e profissional.
Um beijo a todas vocês!
Equipe IBC
É um prazer poder participar deste dia tão especial com mulheres que conseguem com sucesso equilibrar a vida pessoal e profissional.
Um beijo a todas vocês!
Equipe IBC
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Novo ponto de encontro!
Nós da IBC temos mais uma novidade!
Estamos também no twitter especialmente para nos aproximarmos ainda mais de você!
Confira esta nova ferramenta, acessando: http://twitter.com/secexecutivaibc
O que você achou? Deixe aqui a sua opinião!
Abraço e um excelente fim de tarde!
Estamos também no twitter especialmente para nos aproximarmos ainda mais de você!
Confira esta nova ferramenta, acessando: http://twitter.com/secexecutivaibc
O que você achou? Deixe aqui a sua opinião!
Abraço e um excelente fim de tarde!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
O poder do batom: liderança feminina como vantagem competitiva
Artigo interessante:
17/08/2009 - Cabeça de Líder - Cesar Souza
A incorporação da inteligência feminina no processo decisório das empresas como fonte de vantagem competitiva tem sido um dos argumentos mais freqüentes quando se analisa formas de aumentar, nesse momento de crise e incertezas, a competitividade de produtos, negócios e empresas. Várias empresas no Brasil começam a adotar uma “Gender Policy”.
Aprisionadas por uma cultura empresarial onde predominavam crenças como “Você é pago para fazer e não para pensar” ou pelo célebre “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”, as empresas da Era Industrial desperdiçaram o potencial da competência feminina, confinando-a a tarefas rotineiras e subalternas, na obsessiva busca da economia de escala.
Acontece que na Era dos Serviços na qual vivemos, a matéria prima básica é a imaginação humana, a criatividade, a inovação. As empresas que desejam sobreviver nesse novo cenário não podem mais se dar ao luxo de selecionar apenas uns poucos para pensar enquanto engaiola a maioria da sua força produtiva na execução. Também não podem mais prescindir do emocional das pessoas e contar apenas com seu lado racional no dia-a-dia do trabalho.
O compartilhamento do poder decisório com as mulheres no mundo corporativo passou a ser questão de sobrevivência das empresas competitivas. Essas empresas precisam de todos pensando, criando, inovando. E precisam utilizar melhor a diversidade de seus talentos, verdadeira riqueza que tem sido negligenciada pelas exigências de padronização de comportamentos até há pouco vigentes. Talento criativo não tem sexo, cor, nacionalidade, tamanho ou idade.
É importante ter em mente que o sexo feminino já é maioria na população em 25 dos 27 estados brasileiros. As mulheres serão muito mais aptas que ninguém para desenhar produtos e serviços capazes de realizar o sonho e encantar essa crescente massa de consumidoras femininas nos grandes centros urbanos. Essa tendência salta aos olhos nos Estados Unidos, onde cerca de 8 milhões de empresas já são dirigidas por mulheres.
Não se trata de defender uma suposta supremacia feminina na liderança dos negócios. Mas sim da heterogeneidade de percepções que a mistura de sexos proporciona. Uma empresa com homens e mulheres na direção tem uma visão muito mais ampla que aquelas onde apenas os homens comandam.
Não é por mera coincidência que em todas as recentes listas das “Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil”, parte considerável dos cargos gerenciais estejam sendo ocupados por mulheres. Provavelmente essa é uma das razões para essas empresas serem classificadas entre melhores nesse momento em que a caça ao talento virou um dos esportes favoritos das empresas vencedoras.
Algumas características do universo feminino que, de forma preconceituosa, eram consideradas como fraquezas —impulso para acomodar situações, sensibilidade para a necessidade dos outros, preocupações comunitárias, etc.— viraram vantagens no mundo corporativo atual.
Além disso, todos sabemos que as mulheres valorizam mais o trabalho em equipe; são mais perseverantes e constantes; são menos imediatistas e mais capazes de raciocinar no longo prazo; sobrevivem melhor em tempos de aperto; possuem maior abertura e flexibilidade para o aprendizado constante. Todas essas são características naturais nas mulheres.
Ironicamente, as empresas gastam verdadeiras fortunas tentando desenvolver essas características entre seus dirigentes predominantemente masculinos. Pense em apenas duas delas: capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo e flexibilidade. Convenceu-se do argumento? Felizmente, o “poder do batom” está se tornando uma realidade sem a radicalização que caracterizou os primeiros passos do movimento feminista e as mulheres competentes têm evitado a tentação de imitação do universo masculino.
Felizmente também não se pensa em um “sistema de cotas” para mulheres. O único sistema válido para promover pessoas é o da Meritocracia. Mas precisamos incluir as mulheres nas avaliações de potencial e de mérito. Não podemos mias nos dar ao luxo de excluí-las e prescindir da inteligência feminina nas nossas empresas. As mulheres têm um grande papel a desempenhar nesse momento de crise e de incertezas, dotando as empresas de vantagem competitiva inquestionável.
Faça seu comentário!
Por César Souza (presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante)
17/08/2009 - Cabeça de Líder - Cesar Souza
A incorporação da inteligência feminina no processo decisório das empresas como fonte de vantagem competitiva tem sido um dos argumentos mais freqüentes quando se analisa formas de aumentar, nesse momento de crise e incertezas, a competitividade de produtos, negócios e empresas. Várias empresas no Brasil começam a adotar uma “Gender Policy”.
Aprisionadas por uma cultura empresarial onde predominavam crenças como “Você é pago para fazer e não para pensar” ou pelo célebre “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”, as empresas da Era Industrial desperdiçaram o potencial da competência feminina, confinando-a a tarefas rotineiras e subalternas, na obsessiva busca da economia de escala.
Acontece que na Era dos Serviços na qual vivemos, a matéria prima básica é a imaginação humana, a criatividade, a inovação. As empresas que desejam sobreviver nesse novo cenário não podem mais se dar ao luxo de selecionar apenas uns poucos para pensar enquanto engaiola a maioria da sua força produtiva na execução. Também não podem mais prescindir do emocional das pessoas e contar apenas com seu lado racional no dia-a-dia do trabalho.
O compartilhamento do poder decisório com as mulheres no mundo corporativo passou a ser questão de sobrevivência das empresas competitivas. Essas empresas precisam de todos pensando, criando, inovando. E precisam utilizar melhor a diversidade de seus talentos, verdadeira riqueza que tem sido negligenciada pelas exigências de padronização de comportamentos até há pouco vigentes. Talento criativo não tem sexo, cor, nacionalidade, tamanho ou idade.
É importante ter em mente que o sexo feminino já é maioria na população em 25 dos 27 estados brasileiros. As mulheres serão muito mais aptas que ninguém para desenhar produtos e serviços capazes de realizar o sonho e encantar essa crescente massa de consumidoras femininas nos grandes centros urbanos. Essa tendência salta aos olhos nos Estados Unidos, onde cerca de 8 milhões de empresas já são dirigidas por mulheres.
Não se trata de defender uma suposta supremacia feminina na liderança dos negócios. Mas sim da heterogeneidade de percepções que a mistura de sexos proporciona. Uma empresa com homens e mulheres na direção tem uma visão muito mais ampla que aquelas onde apenas os homens comandam.
Não é por mera coincidência que em todas as recentes listas das “Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil”, parte considerável dos cargos gerenciais estejam sendo ocupados por mulheres. Provavelmente essa é uma das razões para essas empresas serem classificadas entre melhores nesse momento em que a caça ao talento virou um dos esportes favoritos das empresas vencedoras.
Algumas características do universo feminino que, de forma preconceituosa, eram consideradas como fraquezas —impulso para acomodar situações, sensibilidade para a necessidade dos outros, preocupações comunitárias, etc.— viraram vantagens no mundo corporativo atual.
Além disso, todos sabemos que as mulheres valorizam mais o trabalho em equipe; são mais perseverantes e constantes; são menos imediatistas e mais capazes de raciocinar no longo prazo; sobrevivem melhor em tempos de aperto; possuem maior abertura e flexibilidade para o aprendizado constante. Todas essas são características naturais nas mulheres.
Ironicamente, as empresas gastam verdadeiras fortunas tentando desenvolver essas características entre seus dirigentes predominantemente masculinos. Pense em apenas duas delas: capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo e flexibilidade. Convenceu-se do argumento? Felizmente, o “poder do batom” está se tornando uma realidade sem a radicalização que caracterizou os primeiros passos do movimento feminista e as mulheres competentes têm evitado a tentação de imitação do universo masculino.
Felizmente também não se pensa em um “sistema de cotas” para mulheres. O único sistema válido para promover pessoas é o da Meritocracia. Mas precisamos incluir as mulheres nas avaliações de potencial e de mérito. Não podemos mias nos dar ao luxo de excluí-las e prescindir da inteligência feminina nas nossas empresas. As mulheres têm um grande papel a desempenhar nesse momento de crise e de incertezas, dotando as empresas de vantagem competitiva inquestionável.
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Por César Souza (presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante)
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